Lucas L. Galvão

Advogado e um eterno Acadêmico

Bola de Cristal do BTC

Texto de Alexandre de Sousa via Facebook (Link) – comentem ao final o que vocês acham a respeito.

Resumo óbvio: tem mais gente no mundo do que bitcoins (inteiros) disponíveis.

Resumo não tão óbvio assim: hoje vc tem a oportunidade de ter mais bitcoins do que a maioria dos indivíduos mais ricos do mundo jamais terá.

O Bitcoin foi projetado para ter um limite máximo de 21 milhões de unidades. Neste momento, um pouco mais de 16,5 milhões já foram emitidos [1]. Logo, o número máximo de pessoas com saldo maior ou igual a 1 bitcoin que poderia existir no momento é de aproximadamente 16,5 milhões.

Claro que o número de pessoas com saldo a partir de 1 bitcoin é muito menor que 16,5 milhões. Afinal, existem carteiras que acumulam dezenas, centenas e até milhares de bitcoins. Além disso, parte dos bitcoins emitidos não estão mais disponíveis, devido a perda das chaves privadas dos endereços em que estão armazenados.

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Vamos falar sobre Bitcoins de uma forma descomplicada?

Fiz uma postagem recente falando direto no assunto, sobre se devemos ou não investir na moeda. E claro, nada expliquei sobre o que diabos é Bitcoin, então vamos lá, vamos falar um pouco mais sobre essa moeda. Vou dividir essa postagem em duas partes, sendo essa a primeira, mais simples, dinâmico, e direto. Na próxima eu aprofundo em alguns outros pontos.

O que temos aqui é a dúvida de tanta gente, especialmente diante de como o Bitcoin e outras criptomoedas voltaram com foragindo-se total na mídia.

Antes de falarmos, efetivamente, de criptomoeda, temos que entender sobre moedas em geral. Um pouco da sua história, de onde vieram, o que comem, como se reproduzem.
Aquela coisa velha, escambo, rotas de mercadores (rota da seda) pós-feudalismo, substituição da troca de coisa por coisa por algum elemento que validasse como valor (os “cheques”), nascimento das instituições privadas detentores dos valores (Bancos), assim os mercadores não andariam com o produto que seria trocado no escambo, mas sim com o papel, evitando o roubo das mercadorias, enfim, vocês entenderam o cenário.
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Opinião: Sobre Investir em Criptomoedas, aquilo que ninguém quer falar.

Ronaldo Lemos, fundador da ITSRio, um dos responsáveis pelo texto do Marco Civil da Internet, e atuante em novas tecnologias e Direito, escreveu hoje em sua coluna na Folha de São Paulo se deveríamos ou não investir em Bitcoins. E não respondeu. Utilizou-se da fala de outra pessoa para dizer pelo sim, com a sua devida justificativa de quem sairia ganhando, ou seja, aquela própria pessoa.

Assim como todos, pouca gente se atreve a dizer se sim ou se não, pelo medo em se tornar responsável da perda de capital de tantos entusiastas que desconheçam o mundo do mercado de valores. E, inevitavelmente, muita gente vai perder dinheiro, para que aquele poucos que mais estudarem, estes sim possam ganhar dinheiro. Esta é a regra do jogo.

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Opinião: Sobre como algumas pessoas enxergam o mundo

Este twitte é real (link), e este meu texto é opinativo; assim, considerando que ainda vivemos num país democrático em que se tem respeito à liberdade de expressão, que fique registrado que está é a minha.

E, sobre a opinião deste jovem, se faz necessário alguns apontamentos, pois esbravejar inverdades na internet é um ato simples, especialmente contraídos em 140 caracteres, como ocorre no Twitter.

Ademais, em que pese suprimidos em curto texto, as palavras tem força, o compartilhamento tem escala e alcance, e o cuidado se faz importante, pois em curto texto pode-se extrair grandes problemas, e quando feito de forma descuidada, as consequências podem ser altas, por isso decidi começar a escrever um pouco mais sobre o que penso, para trazer um pouco de equilíbrio à internet – se é que isso é possível, então vejamos:

 

(1) Meio trilhão de reais perdoados de empresários políticos transvestidos de empresários.

Neste primeiro ponto se faz importante distanciar o real conceito de empresários, com aquilo que dizem ser, mas não são. Aceitando como verdade, pois admito não ter corrido atrás de quaisquer fontes para confirmar a notícia, que foi perdoada tamanhas dívidas, resta compreender e conceituar melhor o verbete “empresário”.

Considerando que 90% das empresas brasileiras são familiares [Sebrae-SC], parece-me bem incongruente generalizar de forma tão cretina como se todo empresário tivesse a sua dívida perdoada.

Ou, seria mais congruente dizer, portanto, que supostos empresários, a fim de conseguir tamanha regalia, não precisariam estar ligados a classe política, de tal forma a ter a sua dívida perdoada?

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